Performance Empresarial
Como Acelerar Performance Operacional em 2026
Descubra as 5 estratégias que CEOs estão usando para acelerar performance operacional em 2026. Dados reais + cases de sucesso.
Estrategista-Chefe e CEO do Grupo Sapiens
Como Acelerar desempenho Operacional em 2026: O Que Separa Líderes de Seguidores
Você está numa reunião de diretoria. Os números do trimestre estão na mesa. Receita cresceu 8%, mas a margem EBITDA estagnou em 12%. O CFO aponta que os concorrentes estão operando com 18-22%. A pergunta que paira no ar é inevitável: onde está o problema na nossa operação?
Esse cenário se repete em boardrooms pelo Brasil inteiro. Empresas que faturam bem, mas que não conseguem traduzir esse faturamento em desempenho operacional consistente. O crescimento vem, mas a eficiência operacional não acompanha.
Os dados da McKinsey de 2026 mostram uma realidade dura: apenas 23% das empresas brasileiras de médio porte conseguem sustentar margens operacionais acima de 15% por mais de 3 anos consecutivos. O resto fica na zona de conforto perigosa entre 8-12%, vulnerável a qualquer mudança de mercado.
O Diagnóstico Que 70% dos CEOs Ignoram
O primeiro erro que vejo acontecer com frequência é tratar desempenho operacional como questão de corte de custos. CEO liga para o consultor, pede uma revisão de despesas, corta 10-15% da folha e acha que resolveu o problema.
Quatro meses depois, a produtividade despenca. A qualidade cai. Clientes reclamam. A equipe que sobrou está sobrecarregada e desmotivada. Resultado: a margem melhora no papel por 6 meses, depois volta ao patamar anterior ou pior.
A PwC analisou 847 empresas brasileiras em 2025-2026 e chegou a uma conclusão interessante: 70% do ganho de eficiência operacional vem de redesenho de processos, não de corte de custos. As empresas que conseguem sustentar margens superiores fazem diferente.
Os 4 Pilares da desempenho Operacional Sustentável
Deputei anos observando empresas que conseguem acelerar desempenho sem sacrificar crescimento. O padrão é claro:
- Automação inteligente: não automatizar tudo, mas os pontos certos
- Redesenho de fluxos: eliminar gargalos que custam mais que parecem
- Cultura de dados: decisões b